A primeira versão deste poema foi publicada na Antologia Poética Sarau Brasil, em 2019. Posteriormente, fiz algumas alterações e a versão final foi publicada no meu terceiro livro Palavras Diáfanas, pela Editora Patuá, em 2021.
Carta de abril
Por aqui
meu querido amigo
um bem-te-vi canta
para acordar o dia
passa um pouco das cinco
e a rua é solidão
Escrevo mais um verso
livre de enredo
como talvez fôssemos
muito além das rotinas…
Assumo que te inventei
às três
e teus cabelos ainda eram negros
como as minhas madrugadas
Faço um café
para espantar algum fantasma
e nestes minutos
[outro delírio]
o sol faz-se tímido
e cochila
contando meus segredos de nuvem
A chuva volta ao meu exílio
te reinvento
à esparsa luz
e me foges
pois sou outro dia...
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